segunda-feira, fevereiro 6

A hora do Vinho Verde

 Olá! Vinhos Verdes presentes no ano de 2017
2017 já chegou e veio cheio de expectativas e bons vinhos. O clima é muito favorável para os Vinhos Verdes, que apresentam muito frescor e elegância. A região do Minho, está com força total, só esperando os bons negócios com o Brasil. E o país também, mesmo em crise, tem intenções positivas.

O mercado de vinhos mudou, continua se movimentando e cresce pouco a pouco - gradativamente. Novas oportunidades aparecem e os números apontam um crescimento até que significativo em exportação, mesmo para o difícil ano que o pais enfrentou.

Entre 2004 e 2015, o crescimento das exportações dos Vinhos Verdes foi da ordem dos 300%. O faturamento em 2015 foi de 3.1 milhões euros, com número expressivo em vendas em torno de 1.4 milhões de litros. Já em 2016, as perspectivas mantiveram-se altas, com os últimos números a apontar para excelentes resultados.

A exportação de Vinho Verde tem sido exponencial, como resultado do investimento e do trabalho que ao longo dos anos a Comissão de Viticultura da Região dos Vinhos Verdes (CVRVV) e os produtores estão realizando no país.

Para 2017, a CVRVV criou um plano estratégico e o investimento será de mais de 300.000 euros.  A ideia é destacar o Vinho Verde como um produto único no mundo e muito adequado ao mercado brasileiro, pois combina com o clima e com a rica gastronomia brasileira.

A aposta é solidificar a comunicação e aumentar cada vez mais a penetração do produto, em várias cidades brasileiras e em diferentes públicos.

O que também faz parte da estratégia é criar a tendência de consumo do Vinho Verde, que tem sido persistente nos últimos anos e, agora, o consumidor está se mostrando e valorizando mais o produto, e descobrindo também os vinhos monovarietais da Região, como os feitos da uva Loureiro ou Alvarinho.

Ano após ano, os produtores da Região dos Vinhos Verdes estão se surpreendendo com o consumo brasileiro, e vêm ganhando mais confiança. Prova disso é que os últimos rótulos trazem propostas mais inovadores e de qualidade superior.

O país é um dos que mais consomem! Isso é fato!
Agora é só brindar e curtir as temperaturas altas da temporada com um bom Vinho Verde!
Bom ano, boas vendas a todos!

A dica é provar os vinhos verdes da Quinta de Covela.O Edição Nacional Avesso e o Arinto, além do Rosé que foi considerado um dos melhores de Portugal pela mídia especializada, são ótimas sugestões. podem ser encontrados no site www.winebrands.com.br
 

domingo, outubro 2

Quinta da Covela


Quem ainda não provou os vinhos da Quinta da Covela, vale a pena provar!

A Vinícola está cada vez mais em ascenção. Os vinhos são frescos e leves, ótimos para as estações quentes que se iniciam.

O vinho Covela Edição Nacional Avesso é uma grata surpresa. Produzido da forma mais natural possível, sem a utilização de aditivos químicos, é um vinho seco, elegante e com acidez muito equilibrada.

O Covela Rosé também um destaque, é a base de Touriga Nacional, a principal uva tinta do Douro. Este vinho é considerado pela critica como o melhor rosé de Portugal.

A vinícola se privilegia da sua localização. Ruínas de um solar renascentista, lagares e uma antiga capela são testemunhas da presença multissecular da Quinta da Covela, fundada no século XVI. Localizada entre a região do Minho e do Douro a propriedade de 49 hectares tem vista panorâmica para o rio e fica nas encostas de um anfiteatro com exposição sul. Beneficiada por um
conjunto de características de geográficas, geológicas, climatológicas e humanas, o vinho passou a ser a principal atividade na propriedade no final dos anos 80, quando foi adquirida pelo empresário Nuno Araújo que investiu fortemente e criou a marca Covela.
O papel de Nuno Araújo a frente da propriedade foi de suma importância, conquistou notoriedade nacional e internacional, com rótulos modernos e assemblages distintas. No ano de 2007, a propriedade conquistou o título de produtor biodinâmico desfrutando de importante posição na vanguarda vinhateira do país. Em 2011, depois de um breve período de abandono, ela reergueu-se com novos proprietários. Ciente da excelente reputação que marca a Quinta da Covela deixou entre os enófilos, os empresários Tony Smith e Marcelo Lima adquiriram a propriedade e passaram então, por um processo de retomada, com Tony no comando em tempo integral e com toda a equipe recontratada. Atualmente a vinícola produz a linha Edição Nacional e o Rose com castas portuguesas autóctones e a linha Escolha e Reserva com castas locais e internacionais.

A Winebrands traz com exclusividade os vinhos para o Brasil.
www.winebrands.com.br



quarta-feira, setembro 7

Thirteen New Masters of Wine in the World

5 September 2016, LONDON – Thirteen new Members have joined the Institute of Masters of Wine. The new Masters of Wine (MWs) live in eight countries – Australia, China, France, India, Ireland, Taiwan, the UK and the USA.
The new Masters of Wine are Richard Ballantyne (UK); Bree Boskov (Australia); Barbara Boyle (Ireland); Matt Deller (USA); Matthew Forster (UK); Sonal Holland (India); Jeremy Lithgow (UK); Mary Margaret McCamic (USA); Iain Munson (France); Mick O’Connell (Ireland); Mark Pygott (Taiwan); Ana-Emilia Sapungiu (UK); Fongyee Walker (China).
There are now 354 Masters of Wine in 28 countries.
The Masters of Wine Examination consists of three stages, including Theory and Practical Exams, and culminates in the submission of a final Research Paper, an in-depth study on a wine related topic from any area of the sciences, arts, humanities, or social sciences.

Richard Ballantyne MW
RichardB.pngRichard started in the wine business at the tender age of 18, joining his father’s wine business in Wales in 1991. Despite studying electronic engineering, he always knew his career path would lead to wine. In 2011, Richard joined wholesaler Matthew Clark as their Wine Development Specialist for London in the new business team, and a year or so later became regional account manager for Armit Wines where he spent four years working with the great retailers and wholesalers of the UK with a portfolio heavy with the greats producers of Italy.
Richard is now UK Accounts Manager for Vinexus, a specialist importer of Italian wines: a country which has become Richard’s obsession over the years, more precisely the great wines of Piedmont. Apart from being hooked on on Nebbiolo, Richard is greatly interested in wines which show ‘authenticity of style’, wherever they may come from, but invariably this leads him back to his home turf of Italy.
Research Paper: Barolo - Is there an economic benefit in producing under a Cru Label Designation? If there is, what are the reasons?


Bree Boskov MW
BreeBoskov.pngBree is Australian born with nearly two decades of international experience in wine sales and buying in both Canada and Australia. Her wine career began in Vancouver BC as a Sommelier, and has taken her to Nova Scotia where she worked as a Sommelier and for the Nova Scotia Liquor Commission before returning to Australia. Almost a decade was spent in key account sales and brand management with Australia’s family owned DeBortoli Wines before becoming Director of Sales and buying with The Spanish Acquisition, a premium Spanish and Portuguese wine specialist. A certified WSET educator since 2008, she lectures across all levels of the WSET certification, including Diploma. She has travelled extensively through wine regions in Europe, the US, South Africa and Australia with vintage positions in Australia, Austria, Portugal and Oregon, which have informed her writing for various wine publications. She currently consults to, and holds the North American market manager position with Equilibrio Wines, a boutique Australian, Portuguese and South African portfolio.
Research Paper: Prospects for Australian luxury wine growth among importers in key US markets.


Barbara Boyle MW
Boyle.pngBarbara lives and works in Dublin, Ireland. She is a director and wine buyer for the wholesale company WineMason, which she established with her husband Ben Mason in 2014. Barbara has a law degree from Trinity College Dublin and worked as a chartered accountant and tax consultant until 2000, after which she edited a wine guide, The Best of Wine in Ireland, for two years and worked with the retailer Wicklow Wine Co. Barbara is married with three children who have a precocious knowledge of grape varieties. Her special areas of interest include the wines of Portugal, South Africa, Austria and Germany, and she is active in supporting a dynamic and independent wine scene in Ireland.
Research Paper: What is the effect of serving temperature on the sensory attributes of Tawny Port and Ruby Port?


Matt Deller MW
Dellar.pngMatt is Director of Fine Wine Development for Constellation Brands, and previously was the North American Sales Director for their New Zealand portfolio. He entered the wine industry in 1996 as Territory Manager - Fine Wine for Pernod Ricard. He then helped establish Bennett and Deller Wine, specialist importers of Spanish, Italian and South American wines, where he was Sales and Marketing Director for over a decade. Following that, he joined The Fine Wine Delivery Company as Wine Program Director, leading a dynamic buying and trade sales team and developing integrated sales and marketing programs. Matt has judged numerous international wine competitions, written articles for various wine publications and conducted hundreds of educational seminars. He lives in the San Francisco bay area with his wife and two sons.
Research Paper: Coravin wine by the glass programs in the US restaurant market: effectiveness, functionality and marketing best practice.

 
Matthew Forster MW
Forster.pngMatthew studied modern languages at Cambridge University before qualifying as a solicitor. After working with Clifford Chance in London and São Paulo, he left the law to train as a chef and develop his interest in wine. In 2008 he started his wine career with Berry Bros. & Rudd, going on to work as a freelance editor, educator and consultant. Matthew joined the Wine & Spirit Education Trust (WSET) in 2014 and was recently appointed Director of WSET Awards.
Research Paper: The Colheita and Frasqueira Classifications: A Study of the Legal Framework and Key Themes in the Production of Vintage Madeira.

 
Sonal Holland MW
Sonal.pngIndia’s first Master of Wine, Sonal is an award-winning wine broadcaster, educator, consultant, judge and an entrepreneur. She is the founder of SOHO Wine Club that aims to deliver world-class wine and finely curated experiences to consumers in India. She is also the founder of Sonal Holland Wine Academy which offers certified WSET wine courses and consultancy to leading hotels and the trade. She is the wine and beverage consultant to ITC Hotels, India’s second largest luxury hotel chain, and hosts a digital channel ‘Sonal Holland Wine TV’, dedicated to wine education and entertainment. This has been awarded for its innovation in content creation by the Digital Women Awards in 2015. Sonal is regularly featured among the Top Women in Wine in India by the Indian Wine Academy, and has also been listed among the Top 50 Most Powerful Women in Indian Luxury by BlackBook in 2015. Sonal holds a Diploma in Hotel Management from the Institute of Hotel Management Dadar in Mumbai, and a Master’s Degree in Business Administration from Mumbai University.
Research Paper: Awareness, attitude and usage of wine among SEC A urban Indian wine consumers.


Jeremy Lithgow MW

Lithogow.pngJeremy has been working in the wine industry since 1995, starting his career in London wine retail. This was followed by five years in Australia, working vintage in the Yarra Valley before a period in Sydney with the country’s leading European wine importer. Jeremy then relocated to Melbourne to run a European wine store. Returning to England in 2007 he managed the Harrods Wine Department then moved to Burgundy specialist Charles Taylor Wines where he is currently Sales Director.
Research Paper: To what extent can the white wines of Saint-Aubin compete with the village-level white wines of Puligny-Montrachet and Chassagne-Montrachet in the London independent wine retail sector?
 

Mary Margaret McCamic MW
MMc.pngMary Margaret holds a B.A. in English and an M.A. in Teaching, both from the University of North Carolina at Chapel Hill, where she was also a four-year varsity swimmer. After a short career as an English teacher, Mary Margaret transitioned into the wine industry and moved to New York City. There, she worked in the wine department at Balthazar and took courses at the International Wine Center. In 2011, Mary Margaret completed the WSET Diploma and was awarded the Wine Australia Scholarship for achieving the highest overall score in the United States. Mary Margaret ultimately landed in California, where she first worked for North Berkeley Wine, a Burgundy-focused importer and retailer. Yet the call of the vines pulled her to Napa Valley, where she is currently the sales manager at Screaming Eagle.
Research Paper: An investigation into the exceptions for wine in the Volstead Act: What impact did these exceptions have on grape growing and wine production in Napa Valley during US Prohibition?


Iain Munson MW

Munson.pngIain studied Oenology at the University of Montpellier in 1993. He then spent time in financial futures markets and salmon farming before returning to the Languedoc area to become a winemaker. He spent six years in the Minervois and Corbières regions before joining Jeanjean in 2006. At Jeanjean he has been involved in all aspects of wine: vineyard management, vinification, staff training and export sales. He is currently in charge of the laboratory and all aspects of wine quality.
Research Paper: Investigation into the increased sales of Picpoul de Pinet in the UK on and off trade between 2010-2015.


Mick O’Connell MW
OConnel.pngMick recently returned to his hometown, Dublin, where he works (alongside fellow new MW Barbara Boyle) at specialist importer WineMason. Mick joined the wine trade in 2001 working for McHughs in North Dublin. An avid musician, Mick relocated to London in 2005 with his band Pilotlight and juggled managing various Oddbins branches with touring the length and breadth of the UK. Mick joined fine wine merchant Handford Wines in 2011 where he worked alongside fellow MWs James Handford & Greg Sherwood importing & selling some of the world’s most exciting wines. Mick’s Research Paper dealt with the wines of Sardinia, where he makes a garage wine with his wife. When not sourcing, selling, making, studying and judging wine (DWWA & IWC); Mick likes to do all of the above with music.
Research Paper: An investigation into the attitudes of UK independent wine merchants towards the wines of Sardinia.
  
Mark Pygott MW
Pygott.pngMark started in the wine industry in 2002 as a cellar hand at Three Choirs in Gloucestershire. On finishing this his first vintage, he moved to the Languedoc where he worked in the vineyards before becoming the assistant to winemaker Michel Le Goaec at Domaine Montrose in the Côtes de Thongue. On returning to the UK in 2004 he established a wine importing and distribution company that specialised in some of the less ‘classic’ wine-producing regions of France, Italy and Spain. Having sold this business in 2012, he moved to Taiwan where he now consults, markets, promotes, educates and writes about wine.
Research Paper: Has climate change occurred in the Barossa Valley over the last 50 years and if so, how have vine growers adapted to any changes.


Ana-Emilia Sapungiu MW
anaEMilia.pngAna-Emilia is the Wine Buyer for Oddbins Wine Merchants. She has an innovative approach to buying, looking to explore the less familiar categories whilst challenging the classic regions for value and point of interest for the engaged Oddbins customer. Ana-Emilia came to London from her native Romania to study an MBA degree, which was completed with a wine project. It was during this project that she caught the wine bug as it involved her importing a pallet of Romanian wine and selling it singlehandedly by knocking at the trade’s door. While studying for her degree she worked in various roles in different wine agencies in London, including Liberty Wines. She joined Oddbins through the Trainee Management programme, having managed a number of branches, including a flagship branch. She joined the buying department as a Trainee Buyer rising up to her current role where she has been responsible for reshaping and redefining the Oddbins wine range. Alongside her current job she is one of the judges at Decanter and International Wine Challenge, and this year she was part of the international Judging panel for Wines of Portugal.
Research Paper: What is the current and future role of wine agencies in the UK multiple off trade?


Fongyee Walker MW
Fongee.pngFongyee began to study wine whilst at Cambridge reading Classical Chinese, and became captain of the University Blind Wine Tasting Team, leading them to victory in 2004. In 2007, she moved to Beijing, China and became the co-founder, with Edward Ragg, of Dragon Phoenix Wine Consulting. She is now a specialist wine educator and consultant in English and Mandarin. Under her direction Dragon Phoenix has become one of China’s most successful wine education companies, providing the only taught WSET Level 4 in Mainland China. She also regularly judges, having been guest international judge for such shows as the Royal Melbourne Wine Show, AWOCA (Wines of Chile), and the Old Mutual Trophy South Africa. She was a significant contributor to the award-winning documentary film Red Obsession and has appeared as a commentator on Chinese Wine on CNN. She has written columns for Decanter Magazine, The World of Fine Wine, CaijingRibao and reviews wines for RVF China and Wine in China. From 2015, she has been Wine Consultant to Air New Zealand.
Research Paper: Winter Vine Burial in Ningxia, Shanxi and Hebei: a comparative study of present conditions and future sustainability.


ENDS
For more information please contact:
Sarah Kirkpatrick
Marketing and Communications Manager
Institute of Masters of Wine
+44 (0)207 383 9131
skirkpatrick@mastersofwine.org

Notes to Editors:
About The Institute of Masters of Wine (IMW)
The IMW is a professional body with an unsurpassed international reputation. The Masters of Wine (MWs) hold the most respected title in the world of wine. The IMW promotes excellence, interaction and learning across all sectors of the global wine community. MWs have proved their understanding of all aspects of wine by passing the MW Examination, recognised worldwide for its rigour and high standards. In addition to passing the Examination, MWs are required to sign the Code of Conduct before they are entitled to use the initials MW. The Code of Conduct requires MWs to act with honesty and integrity, and use every opportunity to share their understanding of wine with others. There are currently 354 Masters of Wine today, working in 28 countries. The Membership encompasses winemakers, buyers, journalists, shippers, business owners, consultants, academics, and wine educators.

sexta-feira, fevereiro 5

A importação dos vinhos da Viña Santa Rita agora é da Winebrands!

Os vinhos da Viña Santa Rita agora são importados pela Winebrands.
 
 
A aquisição dos vinhos ao portfólio faz parte de uma estratégia de crescimento da empresa.

A SANTA RITA foi fundada em 1880 por Domingo Fernandez, na mesma região onde hoje está a vinícola principal, em Alto Jauhel, no Vale do Maipo. No ano de 1980, o grupo Claro tornou-se o principal investido e, pouco tempo depois, o único acionista da empresa. As décadas seguintes a esse acontecimento foram cruciais para o crescimento e expansão da empresa, que adquiriu as vinícolas chilenas Carmen, Terra Andina e Doña Paula na Argentina. Atualmente, o grupo Santa Rita possui um total de 5.000 hectares de vinhedos e produzem 24 milhões de garrafas por ano.

A vinícola principal, Viña Santa Rita, possui 1.000 hectares de terras nos principais e mais importantes vales do Chile: Maipo, Rapel, Lontué, Casablanca e Apalta. A equipe de enólogos é composta por oito pessoas lideradas por Cecília Torres e Andrés Ilbaca, que juntos são responsáveis pela produção de 19 milhões de garrafas.  A vinícola é uma das maiores e mais importantes vinícolas do Chile com as estruturas de vinificação localizadas em Buin, Los Lirios, Palmilla e Lontué.

A empresa tem a visão de ser referência mundial para vinhos premium e a missão de proporcionar às pessoas momentos agradáveis, através da busca pela excelência e comprometimento com a sustentabilidade. Santa Rita foi a pioneira em obter em todos os seus vinhedos o certificado de sustentabilidade e respeito ao meio ambiente pela National Sustainability Code of Chilean Winemaking Industry.

 
Casa Real 2011

Este Cabernet Sauvingon Single Vineyard é produzido apenas em anos excepcionais. Ele é fruto de mais de um século de tradição e evolução da vinícola, somado aos mais de vinte anos de experiência da enóloga Cecília Torres produzindo este vinho ícone.

 Triple C 2011

Potente e elegante, este  corte de Cabernet Franc, Cabernet Sauvignon e Carménère, expressa o melhor do velho e do novo mundo. Três uvas de origem bordalesa,  carinhosamente cultivadas no Vale do Maipo pela Santa Rita há mais de 80 anos.

 Apresentação Linha Medalla Real

Os vinhos da linha Medalla Real são produzidos exclusivamente a partir de uvas selecionadas e colhidas à mão em perfeito estágio de amadurecimento, provenientes dos melhores e mais antigos vinhedos da Santa Rita. O resultado é uma verdadeira obra prima: complexo e concentrado, elegante e estilo clássico.

 Apresentação Linha Reserva

A linha reserva da Santa Rita produz vinhos frutados e dinâmicos, envelhecidos e muito equilibrados. O objetivo do enólogo foi criar vinhos que melhor reflitam as características de aroma e sabor de cada variedade. Eles apresentam muita complexidade, concentração e elegância, são redondos e com muita permanência em boca.

 Gran Hacienda

A linha Grand Hacienda produz vinhos jovens, elegantes e frutados, perfeitamente equilibrados com taninos macios e boa acidez. Apresenta uma relação de preço e qualidade com vinhos para beber todos os dias.

Vale à pena conhecer os rótulos!
 

sábado, novembro 14

As Principais Indicações Geográficas no Brasil

Indicações Geográficas no Brasil

As regiões vinícolas brasileiras vêm investindo na busca por certificações de origem, uma espécie de assinatura que atesta a qualidade de cada terroir de nosso país. Confira quais zonas produtoras já foram consagradas e as que estão em processo de reconhecimento.

 
Fonte: IBRAVIN
 

Vale dos Vinhedos

Pioneiro na busca por regras de certificação, o Vale dos Vinhedos foi a primeira zona produtora a receber a Denominação de Origem (DO) para vinhos no Brasil.
A conquista ocorreu em 2012, exatos 10 anos após a região alcançar o status de Indicação de Procedência (IP), pré-requisito exigido pelo Instituto Nacional de Propriedade Industrial (INPI) para a concessão da DO.
A classificação exige o cumprimento de normas bastante restritas, que abrangem desde o cultivo da uva até o engarrafamento do vinho.
 

Algumas regras do Vale dos Vinhedos

  • Variedades autorizadas - Vinhos: Merlot, Cabernet Sauvignon, Cabernet Franc, Tannat, Chardonnay e Riesling Itálico; Espumantes: Chardonnay, Pinot Noir e Riesling Itálico.
  • A produtividade é limitada em 10 toneladas por hectare para os vinhos e 12 toneladas por hectare para espumantes.
  • Graduação alcoólica mínima de 12% para tintos, 11% para brancos e 11,5% para espumantes
  • Espumantes secos devem ser feitos pelo Método Tradicional.
  • Chaptalização e uso de chips ou lascas de carvalho não são autorizados.


Pinto Bandeira


 fonte: Ibravin

A vocação das vinícolas localizadas em Pinto Bandeira para a elaboração de espumantes foi reconhecida em 2010 pelo Instituto Nacional de Propriedade Industrial (INPI) por meio da Indicação de Procedência (IP) para a região. a região fica a nordeste da cidade de Bento Gonçalves.
A grande qualidade dos espumantes , sejam secos ou doces , chamou atenção também para os vinhos feitos na mesma área, que foram igualmente incluídos na classificação.
Os produtos que recebem o selo da IP são previamente avaliados por um júri regulador, que verifica se os rótulos apresentam a qualidade mínima esperada e se trazem as características particulares dos vinhos e espumantes elaborados em Pinto Bandeira.

Algumas regras da IP Pinto Bandeira

  • Variedades autorizadas - Espumantes secos: Chardonnay, Pinot Noir, Riesling Itálico, Viognier; Espumantes doces: Moscato Branco, Moscato Giallo, Moscatel Nazareno, Moscato de Alexandria, Malvasia de Candia, Malvasia Bianca; Vinhos: Cabernet Franc, Merlot, Cabernet Sauvignon, Pinot Noir, Tannat, Pinotage, Ancellotta, Sangiovese, Chardonnay, Riesling Itálico, Moscato Branco, Moscato Giallo, Trebbiano, Malvasia Bianca, Malvasia de Candia, Sémillon, Peverella, Viognier, Sauvignon Blanc, Gewurztraminer
  • Espumantes secos devem ser feitos pelo Método Tradicional
  • Vinhedos com controle de produtividade

Altos Montes

Com 173,84 quilômetros quadrados, a Indicação de Procedência (IP) Altos Montes é a maior já certificada no Brasil. Abrange Flores da Cunha e Nova Pádua, municípios que estão entre os maiores produtores de vinhos por volume do Brasil.
Foi assim batizada por causa de seu relevo acidentado e pela altitude, que chega a 885 metros em relação ao nível do mar.
O cultivo da uva na região é marcado pela ocorrência em pequenas propriedades e por empregar basicamente mão-de-obra familiar. Isso não impediu que as vinícolas fizessem uso de alta tecnologia para elaborar vinhos cada vez melhores.


Algumas regras da IP Altos Montes

  • Variedades autorizadas - Vinhos: Cabernet Franc, Merlot, Cabernet Sauvignon, Pinot Noir, Ancellotta, Refosco, Marselan, Tannat, Riesling Itálico, Malvasia de Candia, Chardonnay, Moscato Giallo, Sauvignon Blanc, Gewurztraminer, Moscato de Alexandria, clone R2; Espumantes secos: Riesling Itálico, Chardonnay, Pinot Noir, Trebbiano; Espumantes doces: Moscato Branco, Moscato.
  • No mínimo 85% da uva utilizada deve ser proveniente da área delimitada. A elaboração, envelhecimento e engarrafamento dos produtos deve ocorrer dentro da área geográfica delimitada.
  • Vinhedos com controle de produtividade.
  • Nenhum vinho pode ir para o mercado sem passar pelo crivo da comissão de degustação.

Vales da Uva Goethe

Única Indicação de Procedência (IP) relativa à vitivinicultura fora do Rio Grande do Sul até agora, os Vales da Uva Goethe compreendem a produção de vinhos brancos, espumantes ou licorosos a partir dessa variedade no Litoral Sul de Santa Catarina. O ponto de referência geográfico da IP é a cidade de Urussanga, mas ela se estende por outros sete municípios vizinhos.
Obtida em 2011, a certificação de origem foi uma conquista da Associação dos Produtores da Uva e do Vinho Goethe da Região de Urussanga.

Vales da Uva Goethe

Única Indicação de Procedência (IP) relativa à vitivinicultura fora do Rio Grande do Sul até agora, os Vales da Uva Goethe compreendem a produção de vinhos brancos, espumantes ou licorosos a partir dessa variedade no Litoral Sul de Santa Catarina. O ponto de referência geográfico da IP é a cidade de Urussanga, mas ela se estende por outros sete municípios vizinhos.
Obtida em 2011, a certificação de origem foi uma conquista da Associação dos Produtores da Uva e do Vinho Goethe da Região de Urussanga (Progoethe), entidade fundada para agregar vinicultores e desenvolver a imagem dessa casta.
Dados do mapa
Dados cartográficos ©2015 Google
Dados do mapaDados cartográficos ©2015 Google
Dados cartográficos ©2015 Google
ethe), entidade fundada para agregar vinicultores e desenvolver a imagem dessa casta.

Novas iniciativas de indicação de procedencia vinícola no país

A busca por certificações que atestem a origem e a qualidade de vinhos e espumantes é uma tendência que cada vez mais ganha força no país. A maior parte das iniciativas se concentra no Rio Grande do Sul, mas propostas nesse sentido começam a surgir também em outros lugares do Brasil. Na Serra Gaúcha, duas regiões trabalham para conquistar o reconhecimento. Os Vinhedos de Monte Belo (Aprobelo) já ingressaram com pedido no INPI para a Indicação Geográfica. Na cidade vizinha de Farroupilha, a Associação Farroupilhense de Produtores de Vinhos, Espumantes, Sucos e Derivados (Afavin) tem projeto similar, visando especialmente a promoção de seus moscatéis.
Ainda no Rio Grande do Sul, a entidade Vinhos da Campanha trabalha para o reconhecimento da zona produtora que abrange a fronteira do Brasil com o Uruguai. Em outro extremo do Brasil, os produtores ligados ao Instituto do Vinho Vale do São Francisco (VinhoVasf) buscam a certificação para o Vale do Submédio São Francisco. Conforme novas regiões vinícolas vão se desenvolvendo no país, são esperados mais pedidos de indicação geográfica. Claramente, esse é um processo que está apenas começando.
Dados do mapa
Dados cartográficos ©2015 Google
Dados do mapaDados cartográficos ©2015 Google
Dados cartográficos ©2015 Google